Rugby nunca mais!!!

Rugby nunca mais…. Foi esta frase que falei no final do ano e durante as minhas férias…

Apesar de gostar muito do esporte, cobrir os eventos, tirar fotos e fazer vídeos eu queria pensar em outras coisas no ano de 2015, ainda mais que nem treinando eu estava mais, devido ao horário de trabalho.

Em Fevereiro o Brasil receberia uma etapa do Mundial de Sevens de Rugby Feminino e é claro que eu adoraria assistir, no entanto, não tinha me planejado e iria acompanhar a transmissão dos jogos pela internet mesmo.

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Até que surgiu a possibilidade de ir ao evento com credencial de imprensa pela Maori Rugby e área Vip concedida ao Rugby de Calcinha pelo Bradesco. Contei com muita ajuda para poder participar do evento – como da Canadá que super me apoiou – uma vez que ainda não estava trabalhando e tinha acabado de voltar de viagem, ou seja, a grana estava zero,rsrs. Mas fui e resolvi aproveitar ao máximo e fazer o que eu mais gosto, tirar fotos!

Antes de ir, pensei em fazer algumas entrevistas com as jogadoras para um possível canal no youtube que estamos querendo criar e tive a oportunidade de fazê-las. Foi uma experência ímpar!

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No evento, pude contar com a ajuda da Tayná e da Brena para a filmagem e fotos e vídeos com a Go Pro. Um belo trabalho em equipe!

Bom, para quem não queria mais saber de rugby, posso dizer que este esporte e pessoas queridas me proporcionaram um dos melhores fins de semana da minha vida. Tanto que devo voltar aos treinos esse fim de semana.

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Quanto às fotos e vídeos? Acredito que continarei, estou “panhando gosto” pela coisa. Já estou até estudando edição de vídeos e afins. Há também a possibilidade de uma parceria. Vamos aguardar e ver o que acontece em 2015. No mais, vamos caminhando com a força que Deus dá e com o apoio da família e amigos.

Para conferir as fotos do mundial:

Mundial de Sevens

Em breve, vídeos!!! #vamosBrasil #vamosYaras #GoBrasil

Coragem para encarar desafios

E eis que hoje vos escrevo ao som de Am I wrong de Nico & Vinz e sua mensagem de mudança e encorajamento.

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Bom, com o tempo percebemos que toda a coragem , ousadia e audácia que pensávamos ter, na verdade, nunca existiu. Parece uma triste constatação, no entanto, encaro como um ponto de partida, de mudança e de encarar desafios sem medo de errar, ou pelo menos, enfrentando o medo de errar e aprendendo com eles.

Acredite ou não, o medo de errar pode nos parar.

Pois é… Estive parada, estagnada e me sentindo impotente por muito tempo, justamente pelo medo de falhar…  Quanta bobagem…

E você deve estar se perguntando “Por qual motivo ela está falando tudo isso?”, pois hoje foi um dia de encarar esse medo de errar, medo de receber “não”, de não ser a número um, de perder.

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Como?!

Olhando e procurando algumas notícias sobre rugby no facebook ( esporte que eu tentei me dedicar e acabei descobrindo um amor pela fotografia.) vi o perfil de uma jogadora de Rugby da Espanha, Patricia Rodrigues, e seu concurso de fotografia chamado Rugby & Love que acontece desde 2013. Neste concurso, as pessoas devem enviar uma foto que mostre o esporte, amor e os valores do mesmo.

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Achei legal e pensei em participar….

Mas na mesma hora deu aquele frio na barriga e perguntas que nos impedem de avançar vieram à minha mente, como, “Mas e se a sua foto não for a vencedora? O que as pessoas vão dizer? Se você não tiver um voto sequer? Estão participando pessoas do mundo todo e você acha que pode ganhar? E se ninguém gostar da sua foto? Nem fotógrafa você é?” e tantas outras.

Mesmo com medo, quando vi esse concurso, já pensei em pelo menos 3 fotos “super gracinha” que eu adoraria enviar.

Foi então que fiz uma coisa que há muito não fazia. Enfrentei meu medo de falhar e resolvi participar do concurso.

bhr1Como eu gostei de três fotos, a princípio, resolvi fazer uma enquete com pessoas que jogam e/ou curtem rugby e amigos que nada tem a ver com o esporte.

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Depois de escolhida a foto, outro desafio: Pedir autorização às pessoas que estão nela ( eu tirei a foto, mas tem o lance de direito de imagem e etc).

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Foto escolhida na enquete….

Considerei desafio, pois, apesar de ter tirado uma centena de fotos de cada uma, nunca tinha conversado com nenhuma delas. E como sou tímida ( quem me conhece, sabe! Rs) enviar as mensagens foi uma luta.

Para minha surpresa, a primeira que conversei, a Raquel, concordou tranquilamente e lógico, já pedi para falar com a Júlia, que também concordou que eu enviasse a foto. Pensa numa pessoa feliz!!

Para finalizar, enviei a foto. Aceitei participar do desafio. Mas mais do que isso, resolvi dar um passo contra o medo e enfrentá-lo. Se vou ganhar ou não, se as pessoas vão gostar da foto ou não, isso já é outra situação. O que sei é que estou feliz comigo mesma e percebi que não preciso adiar nada do que queira tentar, por medo de falhar ou por tentar agradar as pessoas.

Trace seus objetivos e corra atrás deles…. O aprendizado ao longo da caminhada sempre vale a pena!

Para ver algumas das minhas fotos, confiram os álbuns no facebook e no Flickr:

Flickr:

Super Sevens – POA

Super Sevens – Sanja

Facebook

Br Sevens

Super Sevens – Sanja

Super Sevens – POA

Super Sevens – Niterói

Super Sevens – BH

Momentos, fotografia, rugby e agradecimentos

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Hoje venho escrever um post ao som de 100,00 reasons campfire… quase chorei escrevendo,mas vamos lá.

Quero contar como eu comecei a tirar fotos de jogos dos jogos de rugby e fazer vídeos. Olhando para o ano de 2014 vejo que tenho que agradecer uma turma grande que me apoiou direta e/ou indiretamente ( Pai, Mãe, BHR, alguns amigos do Inconfidência, Quarteto Preto, RDC e muitas jogadoras que usaram as fotos como foto de perfil, compartilharam e deram feedback das fotos). A todos vocês meu MUITO OBRIGADA!!!

BHR

No final de 2013 comecei a treinar, foi uma experiência fantástica e o rugby estava cada vez mais presente em minha vida. Viajei, voltei, passei por altos e baixos, lesionei, mas continuei indo aos treinos para levar a Lidia.

Quando estava afastada dos treinos comecei a fotografá-los, já que não podia participar. E  acabei gostando demais.

Fotografei um evento para crianças que ocorreu bo Uni-Bh promovido pela federação mineira de rugby e quando chegou a etapa do super sevens em BH perguntei para o Igor se eu poderia fica à beira do campo registrando todos os lances. Para a minha surpresa, todos gostaram muito das fotos e eu fiquei cada vez mais empolgada que cheguei a fazer um vídeo com alguns momentos da etapa.

Lembro que naquele dia, tiramos foto de um time (Desterro Rugby) e as jogadoras me perguntaram onde as fotos seriam postadas e eu disse que saíriam no meu perfil. E conversando com uma das moderadoras do rugby de calcinha ela me perguntou se eu gostaria de postar minhas fotos lá… e a coisa rendeu…  virei  “fotográfa oficial”…

desterro

Foram feedbacks, dicas e comentários que me ajudaram a melhorar cada vez mais.

Além de BH, tive a oportunidade de participar de mais três etapas do circuito de Rugby, o Super Sevens….

curitiba

Fui para Niterói com o time do BHR, Porto Alegre – pois recebi algumas doações e paguei minha passagem e ainda fui super bem recebida pela Maria Roberta do Charrua Rugby clube e sua família – e depois fui para São José que foi a última etapa do circuito e também contei com doações para bancar a viagem. Achei muito legal isso.

A partir daí, vi uma ótima oportunidade de divulgar o rugby e principalmente, o feminino… Falei com alunos, mostrei para meus familiares, amigos e mesmo aqueles que a princípio não gostavam, começaram a se interessar em conhecer um pouco mais sobre o esporte….

Agora é o momento de curtir o BR Sevens ( escrevi esse post no início de Dezembro de 2014)  e como o objetivo tem sido divulgar o Rugby, os times e as jogadoras, resolvi fazer um vídeo convite para o BR SEVENS, que também terá times masculinos <3 <3.

E como nesta vida não fazemos nada sozinhos, contei com a ajuda da Camila Cupertino que apoiou minha ideia louca de pedir aos times que gravassem um convite para o evento, momentos descontraídos e treinos.

As meninas do BH Rugby super se dispuseram a gravar e outras equipes como Vitória, Curitiba, SPAC, São José e Delta Pi ( Obrigada Tayná Ribeiro por entrar em contato com as meninas) também enviaram seus vídeos…. Confesso que fiquei emocionada,rs…

Por fim, há 4 dias dessa competição tão importante ( época em que escrevi o post), o vídeo saiu e devo agradecer à colaboração de todos que estiveram envolvidos nesse projeto de maneira direta ou indireta. Vocês fizeram meu fim de ano mais animado…..

Confira como ficou o Vídeo >>

Em breve, fotos do BR e vídeos….

Womens rugby Recruitment – Recrutamento

[Publicidade]Como vocês sabem, tenho dedicado parte do meu tempo à prática do Rugby ( está certo que eu só treino e sou bem ruim, mas me divirto). E apesar do que muitos pensam, é um esporte que ensina muitos valores importantes, como o respeito, e vem ganhando fãs e jogadores pelo Brasil.

Em uma dessas pesquisas na internet sobre o esporte encontrei alguns sites que falam sobre o esporte em português, mas o que me chamou à atenção foi um site de recrutamento de jogadores, treinadores e managers muito interessante, o Womens rugby Recruitment que é um site canadense. Achei interessante, pois no Brasil, ainda jogamos por amor ao esporte e não é comum (e em sei se existe aqui no Brasil) clubes que pagam aos seus jogadores, como sou nova no esporte, existem diversos detalhes que não sei.

Quem são eles e como funciona

Womens Rugby Recrutamento (WRR), especializada no recrutamento e colocação de Rugby Womens jogadores, treinadores e pessoal de apoio para os clubes e comunidades em todo o mundo. O WRR Womens Rugby oferece aos clubes uma plataforma eficiente e confiável para recrutar pessoal para que, tanto clube, quanto profissionais, consigam alcançar seu objetivo. O site oferece à comunidade de rugby vários serviços mantendo o nível de recrutamento elevado. Achei interessante, uma vez que o site passa confiança.

Womens Rugby Recrutamento foi fundada em 2011 seguindo os passos dos sites bem sucedidos e populares como o  Rah Rah Rugby e Rugby League Recrutamento  e são do mesmo grupo.

Como o processo de recrutamento funciona?

Como o processo de recrutamento funciona para os jogadores:

1 Jogador registra seus detalhes através da página “Register”;

2 Os jogadores devem preencher os ‘detalhes de registro’ para que tenha sua conta ativada e possa aparecer na lista de jogadores ativos (foto do perfil, realizações, referências);

3 São realizadas verificações de referências antes que um clube contrate um jogador, afim de garantir a autenticidade do perfil do jogador.

4 A WRR busca interesse com base nas necessidades dos jogadores, interesses e habilidades para encontrar a melhor vaga para o jogador(a).

5 O WRR apresenta ao clube e ao jogador, nomes e instalações de acordo com jogador e/ou clube.

6 O clube que apresentar interesse no jogador ou tiver uma relevância de acordo com o perfil do mesmo, apresenta uma oferta ao jogador.

7 O jogador pode aceitar ou não a oferta do clube.

8 A liberação é apresentada com o clube / instituição

9 Contratos relevantes são emitidos e assinados por ambas as partes

10 A organização das viagens são feitas e repassadas para jogadores e clubes.

11 O jogador viaja para o exterior

É bem verdade que o Rugby vem se desenvolvendo em todo o país e cada vez mais homens e mulheres estão jogando Brasil a fora e jogadores(as) jovens sonham com seleção brasileira e jogar em times em outros países. Esta pode ser uma boa oportunidade!

Vale lembrar que nunca usei o serviço, apenas achei interessante e resolvi compartilhar. É importante verificar a veracidade das informações dispostas no site, bem como, ver o que atletas e clubes que já usaram o serviço tem a dizer.

O poder das palavras

sabedoria-poder-das-palavras

Olá pessoal, aqui estou eu mais uma vez e coincidentemente tem a ver com rugby. Mas não é só do esporte que vamos falar hoje, mas como as relações estabelecidas nos afetam, e neste caso, de maneira positiva.

Para quem me conhece, sabe que o fato de eu estar treinando Rugby é um avanço, uma vez que eu nunca fui fã de praticar esportes. Sou uma ótima torcedora, péssima jogadora. Para estar nos treinos é preciso vencer a preguiça, o cansaço e toda a bagagem do “eu não consigo”. E este desafio tem me ajudado a continuar, mesmo com todas as limitações que possuo. Mas ontem, em um desses treinos, ouvi uma sequência de palavras tão motivadoras que me fizeram repensar a minha continuidade nos treinos ou não.

love a rugby girl

Devo confessar aqui que minha motivação é praticar uma atividade física, emagrecer e melhorar o condicionamento físico, ao contrário de muitas das meninas que treinam juntamente comigo,  que pretendem ir para seleção brasileira de Rugby ou ganhar de um time mais forte ou ainda ter uma melhor classificação nos campeonatos regionais e nacionais ( e considero super justo ter esse tipo de objetivo).

Voltando ao treino de ontem ( 01-07-2014), para variar, muito bom e pesado, meu rendimento estava mais questionável que o de costume ( estava com uma dor terrível na perna e ombro também dolorido) comecei a questionar o que eu estava fazendo ali, tudo isso enquanto tentava fazer a “prancha” e abdominais. Mas Deus sempre coloca alguém no caminho da gente para apoiar não é mesmo?!

boa-tarde-o-bem

Primeiro, tive dicas de como fazer o exercício, e depois tentei segurar a onda na prancha ouvindo frases como “Você consegue!”, “Está acabando!!”, “Imagina que tem uma vela embaixo da sua barriga, daí se você descer vai queimar”. Acredite ou não, ajudou bastante, fiz além do que esperava. Mesmo assim, ao terminar, falei que realmente não não tinha nascido para esportes.

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Exercício da prancha! É difícil, mas não impossível!

Quão foi a minha surpresa ao ouvir as seguintes palavras ( não necessariamente estas palavras) “Eu super acho que você nasceu para o esporte, só precisa trabalhar para melhorar. Eu que sou pequena e magra estou aqui, imagina você que é alta e forte ( tipo gorda, mas tá bom,kk). Eu acredito que você pode. Você deveria acreditar também”. E apesar de fazer um treino bem mais ou menos, vi o quanto as palavras podem ser poderosas na vida de alguém. Percebi o quanto é legal ter alguém que acredita que você pode melhorar e como isso é motivador. Isto me ajudou trocar frases  do tipo “Não vou conseguir”, “Não sei”, “Não dá para fazer” para “Vamos tentar!”, “Vou conseguir”, “Vamos fazer!”.

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Enfim, várias lições ficaram martelando na minha cabeça depois desse episódio:

  • As palavras tem poder e muito poder;
  • Acredite em si mesmo, até os outros acreditam;
  • Tentar não significa acertar, mas significa aprendizado;
  • Use suas palavras para motivar, incentivar, abençoar e não o contrário;
  • Repense como tem usado suas palavras ( exercício diário).

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Bom, espero que um dia eu possa ser essa pessoa motivadora, que abençoa as pessoas e passar adiante o que foi dito a mim, não percebemos, mas coisas simples que dizemos podem ter um impacto enorme na vida das pessoas.

Primeiro treino com o BH Rugby

Ei pessoal, hoje é dia de falar um pouco sobre o primeiro treino que tivemos com o BH Rugby e posso dizer que foi um divisor de águas.  Para quem não sabe tenho treinado Rugby em BH desde Novembro do ano passado e apesar de parecer um esporte violento, desde que entrou na minha vida, só tenho tido benefícios e recomendo a todos. Então, conferiam um pouco de como foi o primeiro treino em conjunto ( BH Rugby e IRC).

Primeiro treino em conjunto entre BH Rugby e IRC

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Foto cedida gentilmente por Karoline Silva

No dia 08/02/2014 o time feminino do #IRC teve o prazer de realizar um treino com um dos melhores times de rugby feminino do Brasil, o BH Rugby, que é comandado pelo técnico, Igor Michalik.

Recebendo a notícia

Recebemos a notícia sobre a possibilidade de treinarmos juntas, no sábado anterior, após um treino muito produtivo, uma vez que conseguimos realizar o primeiro coletivo feminino. Foi muita coisa boa em um sábado só!

No entanto, depois da euforia pelo coletivo realizado e o convite recebido, veio juntamente com ela o medo, receio e outros sentimentos que colocados juntos geraram um mix de emoções.

Certamente estávamos felizes com a oportunidade de aprender com jogadoras mais experientes e treinar em um campo ótimo, mas é claro que sentimos aquele friozinho na barriga.

Pense só, treinar com um dos melhores times do Brasil e passar vegonha? Não sabemos nada! Temos muitas novatas. Nosso físico é ruim. Eu não consigo correr. Vamos apanhar como nunca. Estes foram alguns dos pensamentos que pairaram sobre nossas cabeças. E com razão!

Este treino foi motivo de muito chat no Whatsapp. Todas comentando a alegria e ao mesmo tempo o receio em relação ao acontecimento. Além disso, todas compartilharam seus medos e assim, fomos animando uma a outra.

Devo confessar que no dia do treino, quase desisti. Mas como sinto essa necessidade de enfrentar os medos e provar que posso, fui.

Creio que posso dizer que o sentimento em relação ao treino, mesmo que demonstrado de forma diferente e com pontos de vistas diferentes, foi o mesmo: Satisfação, alegria, aprendizado e muita, muita vontade de se esforçar mais, aprender mais e melhorar a cada dia.

O treino de fato

Mas saindo um pouco do emocional e partindo para o prático, o treino foi divido em diferentes momentos. Tivemos uma parte mais focada na parte física, com diversos tipos de exercícios, alguns mais desafiadores que outros. O que parecia ser uma coisa chata e cansativa, se mostrou muito valioso durante o coletivo que realizamos. e ficou um ponto de atenção: “Preciso correr. URGENTE!“

Além disso, tivemos alguns exercícios táticos onde aprendemos sobre passe de bola, indo desde o movimento dos os braços, pernas, posicionamento, que fazem toda a diferença dentro de campo. Segundo o técnico, só fizemos duas partes do exercício proposto.

Logo depois, fizemos exercícios de defesa e ataque. Nestes, o treinador determinava quantas pessoas saíriam para fazer ataque ou defesa. Confesso que me surpreendi quando consegui passar a bola, mas na defesa a coisa foi um pouco mais complicada. Particularmente, fiquei um pouco perdida. Enfrentrar alguém no rugby (derrubar) ainda é desafiador para mim.

Feito isto, o técnico nos deixou “brincar“ um pouco e foi quando realizamos diversos coletivos. A princípio foram dois times com mais ou menos 12 pessoas e tivemos a oportunidade de jogar, aprender, desesperar, focar, derrubar e sermos derrubadas. Confesso que fiquei perdida a maior parte do tempo em relação ao posicionamento, mas em contra partida, aprendi bastante sobre marcação, linha de ataque e defesa, passe de bola e tomar decisões sem desesperar. Algumas de nós recebeu até elogio do treinador. Pensa que honra!

Depois os times foram modificados e tivemos coletivos com 10 contra 7, com a finalidade de testar as jogadoras do BHRugby.

A essa altura, o medo, a dor de barriga e o receio já tinham ficado bem longe daquele treino, dando lugar à alegria, aprendizado, força e vontade de “sugar “ tudo que estava sendo proposto.

Ao final do treino, o Igor agradeceu a visita, deixou as portas mais que abertas e ainda deixou clara a possibilidade de até viajarmos para jogar juntamente com o BH (todas chorando de emoção internamente).

O poder das palavras

A noite aconteceu o terceiro tempo e foi aí que a alegria e esperança aumentaram. Estávamos lá papeando rindo e falando sobre o treino, quando o Igor chegou para conversar conosco. Foi incrível como ele conseguiu prender nossa atenção. E nós que estávamos um pouco distante da mesa, a cada palavra dele íamos arredando as cadeiras para que pudéssemos ouvir e absorver melhor cada informação dada.

Ele falou sobre a possibilidade de treinarmos em conjunto, sempre que quisermos, de como melhorar o nosso time, nosso condicionamento físico e como ele estava disposto a participar desse crescimento. Creio que não conseguirei reproduzir o que ele nos disse, mas uma coisa posso dizer, ele nos fez acreditar que é possível, ele nos encheu de esperança.

Esperança! Isso mesmo! Esperança foi o que ele nos deu naquela noite. Ele nos mostrou que é possível acreditar no nosso time. Que podemos e iremos crescer, se trabalharmos duro, e que temos apoio.

Sabemos que estamos no começo de um projeto e que temos inúmeros desafios, seja a falta de tempo, dinheiro e/ou outras atividades que tomam nosso tempo. Mas estamos focadas e dispostas a crescer. E o melhor, agora sabemos que temos apoio e que essa é uma oportunidade de ouro que temos nas mãos. Então meninas, vamos trabalhar para que nosso time mostre essa evolução que tanto estamos trabalhando para alcançar.

#euacredito e convido você a acreditar também!

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Montagem feita por Daisy

PS: Aquele agradecimento mais que especial ao Dani ( presida/coach/senhor) que ao se dispor a andar conosco, tem dado seu melhor, mostrado empenho e até abrindo mão de participar de jogos para estar conosco. Muito obrigado por acreditar em nós!

When Secret Santa Feels Like Scrooge

Em Dezembro do ano passado, participei do Blog Secret Santa que foi um amigo oculto em que escrevíamos para blogs diversos, sobre estratégia e conteúdo e marketing digital. No entanto, para variar eu demorei horrores para receber meu post, e ele se perdeu entre os meus emails. Hoje, ao abri o twitter, vi uma referência a este amigo oculto e fui procurar se tinha recebido meu post, e não é que ele estava lá? Primeiramente o post estará em inglês e em breve a tradução!

Aproveite:

When Secret Santa Feels Like Scrooge

This post was anonymously written as part of Blog Secret Santa. There’s a list of all Secret Santa posts, including one written by helen lagares, on Santa’s list of 2013 gift posts.

I was pleased by Blog Secret Santa when first I heard about it. I signed up with a colleague, and promptly got distracted by other pressing work matters. Come Christmas day, I had yet to write this post. (Shame on me.)
Worse yet, I found myself frustrated with the project much the same way I am frustrated with other types of Secret Santa exchanges. Those I’ve participated in, in past years, look something like this: everyone gets someone a gift card to their favorite store. We might all have just as well taken out $50 bills and passed them around at random. Whether it’s cash money or gag gifts, I’m weary of the enforced exchanging of stuff that descends this time of year.
Content strategy is a fascinating area of thought, to me, but writing on the topic often falls prey to a common issue in web content: thinly veiling old, tired ideas as new, shiny ones. Write relevant content. Write meaningful content. Provide valuable advice. Write how-tos. Don’t write how-tos. Shape your posts into lists while pretending you’re not doing that because some web experts said people like to read list posts. Don’t write crap, basically.

The Requisite Tip: Write Less

Content people write a lot of crap about how to not write crap (granted, many such posts are not directly about content strategy, but about content marketing). So here’s my bit of advice to pile in the privy.
Write less.
Spend more time thinking, reading, and critiquing your own ideas. Spend more time making sure the words you choose make sense.
Then when you do write, publish, and share, chances are at least better you’ll be adding something to the Internet that’s worth adding. Something that isn’t oxymoronic.
This advice is not universally applicable. B2C companies absolutely should be conceiving of and crafting high-quality content for consumers. B2B companies should be doing something similar, though perhaps following different guidelines and using different processes.
This advice is not an expert opinion. I am not an expert. I just know that, coming from both sides of the content equation (creator and consumer) as we all are, I would dearly like to see those of us claiming to chart new territory in online content hold ourselves to a certain standard. A standard of restraint. A standard of mindfulness. A standard of skill.

E o rugby entrou na minha vida!

Ei pessoal, estou de volta aqui no blog! Lembrando que este é um blog pessoal e tenho por objetivo aqui, escrever sobre assuntos que gosto, como SEO, Mídias Sociais e a minha mais nova paixão o RUGBY.

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Já tinha “ouvido” falar sobre este esporte e durante a minha estada na Inglaterra tinha planos de assistir a um jogo. No entanto, não aconteceu. :(

Mas em meados de outubro de 2013, juntamente com a minha prima, decidimos torcer para o time de rugby de BH, o BH Rugby! Ocorreu que juntamente com a vontade de torcer, despertou-se um interesse também em jogar e foi quando conhecemos os IRC – Inconfidência Rugby Clube . Foi no IRC que passamos de torcedoras à jogadoras ( ainda em desenvolvimento e processo de aprendizado), onde o gosto pelo esporte ficou cada vez maior.

Hoje, com um time de rugby seven-a-side feminino, estamos dando os primeiros passos para o crescimento deste.

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Muitas coisas boas estão por vir! E em breve, mais “causos” dessa minha caminhada nesse esporte que de violento, tem só a “cara”.

Confira o vídeo do nosso primeiro torneio!

Projeto Cancun 2014 emagrecendo com saúde

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Emagrecer, emagrecendo, perder peso e outras formas de falar sobre emagrecimento rondaram minha cabeça nas últimas semanas. E assim, foi tomada a decisão de começar o #projetocancun2014, uma maneira de me estimular a mudar meus hábitos alimentares e emagrecer com saúde.

Como surgiu a ideia do #projetocancun2014?

Em toda minha vida, nunca havia passado dos 68kg, no entanto, me vi encantada pelos prazeres gastronômicos no último ano e consequentemente, uns quilos a mais foram a recompensa. Depois de perder duas calças (nunca usadas e grandes motivadoras desse novo estilo de vida) e doar várias outras roupas que, apesar de novas, já não serviam mais, comecei a pensar no que poderia ser feito para emagrecer alguns quilos. No entanto, minha preocupação foi emagrecer, mas com saúde.Assim, foi iniciada a semana sem açucar. Só vale sucos naturais ou produtos que não contém açucar.

Como tem sido a semana

O primeiro dia foi intenso, e pensei que teria uma crise de abstinência. Para o jantar fiz um suco de laranja natural e comi pães de queijo.

Não resisti ao pão de queijo!

Não resisti ao pão de queijo!

Além disso, pedalei por 15 minutos + alongamento. Estou retomando as atividades físicas aos poucos, uma vez que sou bem sedentária.

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Pedalar é preciso

No segundo dia, ainda sem açúcar e um pouco mais calma, a alimentação contou com laranjas para amenizar a necessidade por doce.

Laranjas - fonte de vitamina C e um doce natural.

Laranjas – fonte de vitamina C e um doce natural.

Hoje, terceiro dia, foi a base de biscoito integral, pão, também integral e iogurte natural.

Pão integral com patê de frango.

Pão integral com patê de frango.

Dificuldades

Além de enfrentar a mudança de hábitos alimentares, é preciso gastar tempo preparando o que vou comer. Não posso me dar ao luxo de comprar uma empada ou um pastel de queijo bem gorduroso. Além disso, é preciso pesquisar e saber quais alimentos são importantes para o quê. Sites e instagram sobre dieta e nutrição estou enchendo os meus favoritos [depois mostro para vocês], e tudo que você mais gosta irá aparecer quando você se propõem a parar de comer. Por exemplo, eu amo geladinho, e já podem imaginar o que apareceu aqui na geladeira né?!

Foi difícil resistir.

Foi difícil resistir.

Para finalizar, vale lembrar que mudar os hábitos alimentares é uma tarefa difícil, porém, possível. Ainda estou almoçando e jantando, mas bem menos do que costumava ser. Vamos ver se conseguirei vestir as duas calças até Dezembro!!

Ps: Iniciei com 82,7 Kg

3+ bandas covers do youtube

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Se você for igual a mim, pessoa que ama bandas cover que são sucesso no youtube, vai amar esse post. Gostaria de deixar claro que essa é uma seleção baseada no meu gosto pessoal, ou seja, pode ser que você não goste de nenhuma das bandas, por isso, incentivo você a postar nos comentários quais são os covers de sua preferência e é claro, apresentar para nós outras bandas que valem a pena ouvir.

Com o sucesso do youtube, muitos artistas aproveitaram o espaço para se lançar para o mundo. E bandas e artistas solo que começaram gravando vídeos simples, hoje fazem sucesso, gravam vídeo clipes com filmagem e edição profissional e já lançam Ep’s com músicas de autoria própria. Vamos à lista!

1. Walk off the earth

Essa banda canadense formada em 2006 em Ontário. Eles alcançaram o sucesso fazendo um vídeo cover da música Somebody that I used to know em que usam apenas um violão para tocar a música, e de lá para cá é um sucesso atrás do outro. Eles têm muitas músicas covers fantásticas, mas vou postar a que mais gosto.

I knew you were trouble  

2. Karmin

Descobri essa dupla por acaso e não consegui parar de ouvir. Dona de uma voz cativante ao lado de um belo (e por belo eu quero dizer, muito belo) rapaz, que toca e canta muito bem. Eles ficaram conhecidos por seus vídeos covers no youtube e uma aparição no programa de televisão da Ellen DeGeneres Show. Então, segue um dos vídeos deles que eu mais gosto

 Misery

3. Boyce Avenue

Os irmãos Alejandro, Daniel, Arniel Stoneslow and Fabian Manzano que estão em atividade desde 2004, encontraram inspiração em nomes de ruas que moraram durante a infância para criar o nome da banda. Assim como as bandas citadas acima, Boyce Avenue, também começou com vídeos covers e agora já tem sua própria turnê mundial, contrato com uma gravadora e vários vídeos de sucesso. Que tal conferir um vídeo desses rapazes?!

We found love

 

É claro que essa é uma lista pequena pra começar a semana e há outros muitos covers fantásticos em todo o mundo. Se você conhece outros, que tal comentar para conhecermos também?!